terça-feira, 12 de maio de 2009

Sobre amores e ratos

No último fim de semana fiquei me perguntando: por que nunca estamos completamente satisfeitos com aquilo que temos?
Perguntinha pertinente.
Por algum tempo (meio longo, confesso), durante um relacionamento eu passava por fases em que pensava amar o coleguinha do relacionamento anterior. Loucura? Talvez. Estava confusa, eu acho, com tantos sentimentos novos e coisa e tal.
Agora que posso ter o antigo coleguinha, fico pensando apenas no que eu tinha e não aproveitei bem (minto! aproveitei muito bem. mas acho que devia ter aproveitado mais a mim mesma e não ter dado tanto valor a quem eu pensava amar).
Após levar meu primeiro pé na bunda (dói, gente! eu não tinha ideia do quanto.) e ter que conviver com ratos na DaVinci (apesar de ser muito engraçado), acho que consegui me ajeitar.
Descobri pessoas que me querem bem, que o coração engana a gente na maioria das vezes (sempre queremos o que não temos) e, também, que os ratos possuem uma sociedade (nojento!) organizadíssima.
Semana de descobertas.
Tiraram os ratos da DaVinci ontem, graças a Deus!
Enfim, acho que vou seguir o Charlie Brown (não o cantor, é claro. ele me dá ânsia.) e apenas dizer pra tudo isso: que puxa!





"Aqueles que amam e os que são felizes não são os mesmos" - Marcel Proust.